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O entrevistado de hoje é Kleyton Fernandes, 18 anos, morador da zona oeste, atual membro da Bravo 52.






1- Com a chegada do Fluminense a SuperLiga de vôlei acha que o clube terá bom público?
Kleyton Fernandes:Bom, não dá pra falar com convicção que sim, mas acho muito bom o Fluminense participar da elite de outro esporte popular como é o Vôlei, espero que dê um bom publico nos jogos no RJ.


2- Gosta mais da formação do time com Douglas ou Pierre?
Kleyton Fernandes: Vão me odiar por isso, mas eu não acho o Pierre horrendo como dizem. Acho que fazendo o simples ele não compromete. O Douglas é nitidamente mais qualificado porém ainda é novo, hoje eu prefiro o Pierre. 

3- Qual seu jogo mais inesquecível no estádio com a camisa do Fluminense?
Kleyton Fernandes: Qualquer outro tricolor diria algum jogo da libertadores de 2008, mas eu (pasmem) não fui em nenhum jogo da libertadores daquele ano, por meu pai ser vascaíno eu passei a ir frequentemente em jogos sozinho depois de uma certa idade. Um jogo bastante legal foi o FlaxFlu de 2012 do gol de voleio do Fred, eu estava atrás desse gol. E depois ainda o penalti perdido do Botinelli. Perfeito.

4- Acha a torcida do Fluminense muito acomodada para ir aos jogos? O que podemos fazer para mudar esse cenário? 
 Kleyton Fernandes: Muito. Achava fantástica a atuação da torcida em 2007/2008/2009, mas 2010 o Maracanã fechou e o publico no Engenhão caiu consideravelmente, foi assim durante todo os campeonatos brasileiro no estádio e até a libertadores, achei que o problema era realmente o estádio, a localização e afins, mas o Maracanã voltou e seguimos com o mesmo público pífio (apesar dos preços populares). E eu realmente não sei qual motivo traria o torcedor ao estádio a não ser o próprio clube, a camisa. Se o cara não vai pelo sentimento, não há nada que vá fazer ele ir.

5- Acha que o goleiro Marcos Felipe e o atacante Pedro podem render nos profissionais? 
Kleyton Fernandes: Quanto ao Pedro desde a primeira vez em que eu vi jogar, gostei. Achei um centro avante habilidoso, bom domínio, faz bem o pivô, e conclui bem. Já o Marcos Felipe eu não tenho a mesma certeza, nunca vi jogar regularmente, mas quando vi atuar me pareceu um bom goleiro.

6- Qual a importância do Fred para o clube?
Kleyton Fernandes: Ah, quem me conhece sabe que "pago um pau" do caramba pra ele. Tem tudo que um cara precisa pra se tornar ídolo: longevidade no clube (7 anos), títulos (2 brasileiros 1 carioca), terceiro maior artilheiro da história do clube, é decisivo, carismático e ama o clube. Hoje eu ainda acho ele peça fundamental, além de ser um ótimo centro-avante (o melhor do Brasil na minha opinião) é líder dentro e fora de campo. O Fluminense atualmente com tantos jovens jogadores precisa de alguém com esse perfil.

7- Diga uma torcida que goste e que gostaria que o Fluminense se inspirasse nela e porque?
Kleyton Fernandes: E do mesmo jeito que "pago pau" pro Fred, pago pau para as torcidas sul-americanas, as chamadas Barra-Brava. Não sei se tenho alguma torcida específica que queria que fosse inspirada, ate porque temos nosso próprio perfil, mas queria sim mudar a ideologia de pelo menos 80% da torcida do Fluminense, queria fazer entenderem que cantar pelo clube nos 90 minutos, ainda que estejamos perdendo de 10x0, não é aplaudir derrota, queria que entendesse que o clube está acima de qualquer agremiação. Queria também que os pratos substituíssem os chocalhos ahahaha mas muita gente já conseguiu entender alguma coisa, espero que o numero só aumente.

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O entrevistado da semana é Filipe Capuano, 16 anos.



















1- Qual incentivo você acha que o Fluminense deve promover para que os torcedores viagem mais em prol do clube?

Filipe Capuano: Acho que o clube deveria incentivar mais caravanas, tendo as próprias do clube. O projeto Vou ver o Flu era muito bom, mas pouco divulgado. Mas, ao meu ver, o melhor jeito de fazer os torcedores gastarem dinheiro pra ir atrás do time são, mesmo, os bons resultados em campo. Quando o time vai bem, a torcida empolga e se propõe a fazer loucuras

2- Na sua opinião qual foi o melhor time do Fluminense nos últimos 10 anos e porque?
Filipe Capuano: Fluminense de 2012. Era um time vitorioso, é disso que precisamos, um Fluminense copeiro, que gosta de vencer. Sem contar que aquele time jogava fechadinho atrás e tinha emoção todo jogo. Contra-ataque era ótimo.

3-Qual é seu FlaxFlu inesquecível e porque?
O flaFLU do centenário, com gol do Fred depois daquele passe do Thiago Neves. Eu não esperava muito daquele jogo, vinhamos de um ano sem vencer nenhum clássico e não ganhamos o flaFLU no carioca. Sem contar que o time ainda tava oscilando no Brasileiro e o Fred nunca tinha feito gol nos putos. Mas, como é tradição, quando o flaFLU é importante, dá Fluminense.

4- Como foi sua experiência pela primeira vez no Maracanã?
Filipe Capuano: Eu não lembro muito bem, eu sei que foi um Fluminense e Vasco em 2004. Um jogo horrível, 0x0. Minha família nunca gostou muito de futebol, eu sempre fui a ovelha negra, mas eu perturbei tanto que consegui meu fazer meu pai ir - e, por incrível que pareça, também foi o primeiro jogo dele no Maracanã, já que ele nunca gostou de futebol - e carregar todo mundo aqui de casa.


5- Onde acha que o clube deve mandar a final da Primeira Liga?
Filipe Capuano: A questão da "casa do Fluminense" em 2016 é um baita problema. Um absurdo o Maracanã estar fechado de novo e não temos grandes opções de estádio no Rio. Se for possível, acho que nossa melhor opção é Moça Bonita mesmo. A prioridade tem que ser o Rio de Janeiro, afinal de contas, o Fluminense é um clube carioca. Se não for possível, eu levaria pra Juiz de Fora, que tem uma boa quantidade de tricolores e é relativamente próximo do Rio.

6- Acha que o time rende mais apenas com Fred centralizado?
Filipe Capuano: O Fred é o Fred, o melhor centroavante do país. O problema é deixá-lo isolado, nenhum atacante no mundo iria render assim. Tem que ter aproximação dos meias e movimentação, ou que tenha alguém na frente pra fazer dupla com ele. Confio que o "Cristiano Osvaldo" possa ser esse cara.

7- Em que posição acha que terminamos o campeonato brasileiro e porque?
Filipe Capuano: Não costumo fazer previsões e prefiro me manter pessimista, então apostaria em algo em torno do troféu sétimo lugar™. Temos boas peças, mas ainda não encaixamos 100%. Levir é um ótimo técnico, pode e deve resolver isso, mas, por ora, prefiro não criar expectativas.






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 O entrevistado da semana é Igor Santos, carioca, 21 anos, tricolor de corpo e alma que trabalha e estuda na área de TI.



1- Você vê na nossa torcida uma geração de grande jovens até 20 anos, e quais as vantagens de ter um público mais jovem!?
Igor Santos: Acho que as vantagens são as melhores possíveis, ter um público jovem faz com que a longevidade da nossa torcida aumente, assim como quero que meus filhos vivenciem essa paixão como eu.  Eu vejo com muito orgulho esse amor que esse público jovem tem por esse clube. Ser tricolor foi a maior herança de família que meu pai poderia ter me dado, e acredito que muitos adolescentes pensam em deixar essa herança para os seus filhos também, assim como quero que meus filho vivenciem isso de alguma forma.  


2- Qual poderia ser o melhor método para o clube lucrar mais em suas partidas, visto que a cota de TV é um pouco injusta!?
Igor Santos: Acho que o melhor modo além de jogar um bom futebol, é atrair a torcida de alguma forma, seja com preços acessíveis ou promoções em alguns jogos de menos importância. Com a falta do maracanã, também não é péssima ideia vender um jogo ou outro pra Brasília, Manaus e fazer algo pra levar também a torcida daqui do Rio para mais perto do time de alguma forma, mas vejo muita má vontade da diretoria com a torcida nesses quesitos.

3- Desde que acompanha o Fluminense, qual o técnico que rendeu o melhor trabalho na sua opinião e porque!?
Igor Santos:  Desde que acompanho é mais difícil já que eu fui parar pra prestar atenção mais em tática depois de um tempo, mas das poucas lembranças que tenho de 2004, 2005 pra cá, eu vejo Abel Braga como o melhor treinador que tivemos.  Ele teve em 2005 um bom time, mas com elenco limitado e fez um bom trabalho, e em 2012 ele tinha um elenco recheado e mesmo sem ter aquele futebol todo que aquele time poderia render, ele conseguiu sugar o melhor de cada um e manter um equilíbrio entre zaga, meio e ataque, o que tornava o time muito compacto e eficiente, a gente ficava confiante em uma vitória com aquele famigerado “gol cagado” do Fred mesmo que o jogo fosse contra o Barcelona no Camp Nou. 

4-  O que achou da saída repentina de Diego Souza?
Igor Santos:   Bom, a saída do Diego Souza pra mim é um alívio, tanto nos cofres quanto na minha paciência, odeio ver marasmo em campo e o Diego Souza era a personificação disso. No começo até achei ele uma boa contratação, nos scouts tinha números eficientes, e hoje em dia futebol tem muito disso, mas em campo ele só entrou mesmo contra o Cruzeiro na primeira liga, de resto, não produziu. Por isso não entendo que alvoroço é esse contra a saída dele e contra a diretoria, fizeram apostas em nomes desconhecidos ano passado e o pessoal reclamou, esse ano buscaram nomes mais renomados como ele que não deu certo, e reclamam também, fica difícil de agradar essa torcida. Ninguém tem bola de cristal, qualquer investimento tem seus riscos, então foi melhor para o Flu que ele tenha saído enquanto o bicho não pega, Danielzinho neles!


5- Como acha que o clube pode atrair mais torcedores para estádios de porte pequeno?
Igor Santos: Acho que depende muito da localidade desses estádios, Volta redonda é muito longe e cansativo pra quem trabalha e estuda por exemplo. O campo do América em Edson Passos é particularmente melhor para mim, mas teria de ser pensado o quanto de investimento teria de ser feito ali, pra 10, 15 mil pessoas seria legal usá-lo, hoje ele está liberado só pra 13 mil pessoas. Acho válido ter uma alternativa até pros jogos de menor porte em que o Maracanã não seja necessário depois que for liberado para uso. 

6- Qual a mudança mais notória do time com a chegada de Levir Culpi!?
Igor Santos: Acho que o que mais se notou foi uma mudança de comportamento e padrão tático. Eu curtia a intenção do trabalho do Eduardo, mas o time já não acreditava no trabalho dele, fora que ele não conseguia arrumar o sistema defensivo de jeito nenhum, Levir já conseguiu um avanço nesse quesito, dando mais compactação ao time, mas ainda tem muito o que evoluir, ele mesmo disse isso. Estou bastante confiante nessa nova etapa do Flu. 

7- Acha que o Fluminense pode voltar a Superliga de vôlei!? O que acha que isso significaria para investir em outros esportes?
Igor Santos: Vôlei é um esporte que eu sou muito fã, adoraria ver o nome do Fluminense na mais importante liga do esporte, seja no feminino ou no masculino. As meninas fizeram uma excelente campanha na liga b e chegaram na final, porém o time adversário tem um investimento muito maior no esporte. Queria muito que o Flu investisse em outros esporte, basquete teve um projeto que não foi pra frente, Vôlei feminino mostrou potencial pra chegar, tivemos atletas ganhando medalhas em competições de atletismo, ginástica, Fluminense é gigante em qualquer que seja o esporte que ele entre, só o remo que pode deixar para outros clubes remadores.

Até a próxima semana!
Saudações tricolores!

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A entrevistada da semana é Carol Delgado estudante de Jornalismo, 20 anos, de Juiz de Fora.




1-  Acha que o Estádio Mario Helênio tem suporte adequado para receber o Fluminense na temporada 2016?
Carol Delgado: O Estádio Mario Helenio tem capacidade de receber qualquer time do Rio. Até pouco tempo, passou por uma reforma na infraestrutura, sala de imprensa, gramado, vestiário. Além da proximidade da cidade do Rio de Janeiro com Juiz de Fora, uma viagem menos desgastante.

2- Como se explica grandes clubes do futebol brasileiro perderem bastante para clubes com receita, ás vezes, 10 vezes inferior em grandes competições como a libertadores?
Carol Delgado: Acho que não existe uma explicação totalmente certa, cada jogo é um jogo. Certos times com receitas 10 vezes maiores entram na partida com o famoso "salto alto" "já ganhei" e muitas das vezes desprezam o adversário. Acho que essa pode ser umas das explicações.

3- Acha que o clube acertou nas contratações? Precisa de mais reforços para a temporada 2016?
Carol Delgado: Como torcedora a gente nunca fica satisfeita (essa é a verdade). Colocando na balança, o Fluminense fez contratações relativamente boas mas  por destino (ou azar) se machucaram e nós ainda não conseguimos tirar algumas conclusões. A zaga foi reforçada, o meio de campo ganhou um "10". Se eu fosse do clube, contrataria laterais (ninguém merece Wellington Silva) e um outro meia (não gosto do Diego Souza). No mais acho que podemos brigar por alguma coisa, já que agora temos um técnico de verdade, depois de três anos.

4- Qual setor tático do Fluminense precisa de mais organização para fluir o jogo?
Carol Delgado: Acho que é aquela velha questão: "Primeiro tem que arrumar a cozinha". Com a chegada do Levir, acho (pelo menos espero) que ele arrume a nossa zaga, e sobretudo arrume a questão da ajuda dos laterais e dos volantes dando aquela famosa cobertura para ninguém se sair sobrecarregado. Se ele conseguir organizar o setor defensivo do time, o resto irá fluir bem, eu espero.

5- Acha certo o clube "priorizar" por reservas em certos jogos!?
Carol Delgado: Não gosto disso. Acho que todo time deve entrar em um jogo como se fosse uma final de Copa do Mundo. Não se deve desmerecer um adversário, e você poupando alguns jogadores para alguma partida, querendo ou não, você está questionando o seu rival.

6- Acha que a mulher já conquistou sus espaço na arquibancada? Que fatos retratam isso?
Carol Delgado: Hoje em dia é mais comum ver a figura feminina nos estádios brasileiros. Mas ocorreu um longo processo até chegar nos dias de hoje, de muitos preconceitos, que lugar de mulher não é no estádio, e infelizmente algumas pessoas pensam assim ainda, mas creio que as mulheres estão conseguindo seu espaço cada vez mais no mundo futebolístico, seja como torcedora, como jornalista esportiva e isso só mostra que somos capaz de superar qualquer coisa e ser respeitada cada vez mais.

7- Qual o maior motivo da febre pelo futebol europeu ter se espalhado no continente americano? Acha que devemos valorizar mais o futebol sul americano?
Carol Delgado: Olha, sinceramente... Eu sou bem patriota... Acompanho o futebol europeu por ser uma estudante de Jornalismo e tenho que ter conhecimento de várias coisas. Mas acho que ultimamente nós deixamos de lado aquele amor pelo futebol brasileiro pelas circunstâncias, como as brigas de federações e times, alguns campeonatos desnecessários e assim vai. Mas podemos tirar algumas coisas do futebol europeu e tentar trazer para o Brasil. Fora isso não tenho nenhum a crítica em relação a "essa febre que se instala no Brasil". Aliás, qual seria a graça de torcer pro Barcelona? Sempre ganha tudo. Prefiro sofrer com o meu Fluminense.

Saudações Tricolores!


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O entrevistado da semana é Giovanni Bourguignon de 21 anos, operador de áudio e vídeo, e torcedor do Fluminense junto a Bravo 52. 




1- O que acha da volta da principal TO do Fluminense? Acha que a arquibancada ficará mais "unida" em prol do clube?
Giovanni Bourguignon: Eu acho que a Young faz falta sim na arquibancada e acho que será muito bom pra torcida a volta dela num ano onde estamos sofrendo sem o Maracanã. A Bravo comanda muito bem no Maraca, mas fora dele nós vemos uma torcida muito apática, principalmente em Volta Redonda. Pra mim essas duas deveriam retomar a união que estavam ensaiando antes da punição da Young, mas acho que isso só acontecerá de fato com a volta do Maraca.

2- Se pudesse escolher entre um Campeonato Brasileiro e uma Copa do Brasil para o clube, qual dos dois seria e por quê?
Giovanni Bourguignon: Eu escolheria um Campeonato Brasileiro, por ser mais importante e mais difícil. Copa do Brasil às vezes você vê um time pequeno com bom trabalho e um pouco de sorte levando o caneco, coisa que você não vê no Brasileirão, onde só os grandes conseguem levar. E quanto mais você ganha, mais você cresce e é respeitado. O pentacampeonato nos colocaria num patamar maior ainda em nível nacional.

3- Aprovou os novos uniformes da DryWorld?
Giovanni Bourguignon: Sim. Gostei muito da preocupação deles em agradar a torcida e manter a tradição. Acho que pra um primeiro lançamento os uniformes ficaram simples mas bonitos e a tendência é melhorar a cada ano. Mas eu gostei sim, pra mim tá aprovado.

4- Qual sua opinião sobre o rendimento de Diego Souza?
Giovanni Bourguignon: Particularmente nunca me animei com sua contratação, não sou fã de seu futebol. Acho que é um bom jogador e que pode ajudar o time, mas ele sempre foi esse jogador que arrebenta num jogo e em outros passa despercebido. Até agora não mostrou ao que veio, único jogo de destaque foi contra o Cruzeiro. Torço para que ele se recupere, me surpreenda, e ainda dê muitas alegrias esse ano.

5- Qual sua opinião sobre o afastamento de Fernando Simone e Mario Bittencourt do clube?
Giovanni Bourguignon: Muito bom, gostei muito dessa atitude do Peter. Não tenho nada contra o Mário, acho ele um grande advogado e torcedor do clube. Mas como vice de futebol ele cometeu erros que me fazem duvidar de sua capacidade para gerir o futebol do clube. E a justificativa do Peter de que o Mário misturou política com futebol é perfeita e retrata bem o ambiente que habitava dentro do clube. Do Simone não tenho muito o que dizer, não dá pra analisar o trabalho dele quando a última palavra deveria ser sempre do Mário, creio eu.

6- Qual o maior problema na relação clube/sócio torcedor?
Giovanni Bourguignon: O maior problema é o marketing não atentar para as necessidades de cada tipo de torcedor. Demoraram muito para fazer um plano acessível para os frequentadores assíduos dos jogos, por exemplo. E acho que a visão de benefícios para os torcedores de fora do Rio deveria ser revista. Assim como mais divulgação e promoções que atraíssem os tricolores a aderirem aos planos. Mas ai também entra a questão de que grande parte da nossa torcida é acomodada e é difícil alcançar um número expressivo de associados.

7- Em ano de eleições, qual a maior perspectiva para o novo mandatário!?
Giovanni Bourguignon: A minha maior preocupação e perspectiva é que surja

um candidato diferente dos citados até agora. E o que eu espero desse candidato é que dê continuidade ao bom trabalho que o Peter está fazendo em relação a estrutura e economia do clube, e que também consiga escolher bem as pessoas que vão gerir o futebol, que pra mim é o único erro grave da atual gestão.

Espero que estejam gostando da coluna!

Saudações Tricolores


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A entrevistada de hoje é Jaqueline Dantas de 20 anos, tricolor de Volta Redonda e estudante de jornalismo.




1- Qual a expectativa para o lançamento dos novos uniformes pela DryWorld?
Jaqueline Dantas: Estou bastante ansiosa, porque quero aumentar minha coleção de camisas. Acho que a DryWorld pode investir em bons modelos para inovar a coleção tricolor e mostrar seu trabalho no mercado brasileiro. Espero que conservem nossa tradição e mantenham a beleza de nossos uniformes.

2- Aprova Levir Culpi ou Cuca e por quê?
Jaqueline Dantas: Aprovo os dois, por gostar muito do trabalho de ambos e achar que o que o Fluminense precisa, neste momento, é de um técnico experiente. Como o Fluminense tem muitos garotos no elenco, ter um técnico que já trabalhou com este tipo de atleta é importante.

3- Como acha que pode ser feita a punição de torcidas?
 Eu acho correto punir torcidas, porque acho que esse é o modo pra acabar com as brigas que causam tantas desgraças. Acho certo identificar os elemento por meio das vias de seguranças do estádio para que uma torcida não se puna por alguns elementos.

4- Qual título  do Fluminense foi mais importante para você e por quê?
O título que mais me marcou foi o carioca de 2005, por se tratar de um ano que eu estava me apaixonando verdadeiramente pelo clube. A partir de então, eu me tornei tricolor de verdade e toda essa paixão só fez crescer.

5- Como acha que deve ser a fórmula do Campeonato Carioca (na sua opinião)?
Jaqueline Dantas:  Gostava mais quando o carioca eram dois grupos e um enfrentava o outro. Sem precisar de mais um grupo e classificar 4. Gostava mais quando classificava 2 de cada grupo tínhamos logo a semifinal. Sem estender o muito o calendário para não prejudicar os clubes.

6- Morando em VR, você vê comoção e expectativa na cidade para receber o Fluminense no Campeonato Brasileiro!?
Jaqueline Dantas: Acredito que a torcida daqui só vai começar a se mobilizar quando o Fluminense começar a apresentar um bom futebol. Por estar “brigado” com a Ferj, acredito que a torcida não esteja frequentando devido a isso.

7- Como estudante de jornalismo, está satisfeita com a cobertura que vê o clube receber?
Jaqueline Dantas: Eu acredito que o clube não receba uma cobertura muito boa devido a toda história que envolve Ferj, Eurico, Primeira Liga e afins.




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O entrevistado dessa semana é Daniel Souza, de 21 anos, estudante de economia e tricolor fanático.












1- Qual a experiência mais incrível que já viveu como torcedor do Fluminense?
Daniel Souza: O jogo em si mais incrível foi aquela vitória épica contra o São Paulo em 2008. Aquilo ali é impossível descrever. Mas a experiência mais incrível foi comemorar o título da Copa do Brasil de 2007. Eu e o pessoal da minha idade jamais tínhamos visto o time ser campeão de algo relevante, eu tinha 12 anos, assisti sozinho trancado no meu quarto, sofri até o fim do jogo e foi um dos dias mais felizes da minha vida. Ter visto o Fluminense campeão de algo grande pela primeira vez foi um sentimento indescritível.quarto, sofri até o fim do jogo e foi um dos dias mais felizes da minha vida. Ter visto o Fluminense campeão de algo grande pela primeira vez foi um sentimento indescritível.

2- Em todos anos como torcedor do clube, qual presidente lhe agradou mais e porque?
Daniel Souza: Olha, dos que eu vi: David Fischel eu tenho poucas lembranças, era pequeno, não posso falar muito. Horcades nunca me agradou, sobretudo pelo péssimo legado administrativo que deixou. “Por eliminação”, escolho o Peter, cuja gestão muitos erros e também muitas virtudes. Não sou um fervoroso entusiasta da gestão atual, muito pelo contrário, mas reconheço as qualidades e reconheço que muita coisa melhorou com eles.

3- Qual política de gestão acha que o clube poderia fazer para atrair mais público para os estádios como nas décadas de 80/90?
Daniel Souza: 3- É uma questão difícil. Porque muito da queda de público no futebol não se restringe ao Fluminense. São campeonatos mal organizados, horários bizarros, crise no país (portanto, uma tendência geral a gastar menos com entretenimento). No caso do Fluminense, os resultados discretos dos últimos anos também não ajudam. Nossos ingressos não estão (acho) acima da média nacional. Acho que o único “fato novo” que pode mudar isso e reanimar a maioria dos tricolores é voltar a brigar regularmente por conquistas. Caso contrário, só abnegados (e disponíveis) irão aos jogos. A cultura brasileira, principalmente a do carioca, infelizmente está muito atrelada a ir quando o time está bem e ter preguiça quando não está. Isso com todos os times daqui. É complicado.

4- Qual sua opinião sobre o zagueiro Henrique!? Acha que teria vaga no time titular?
Daniel Souza: Acho que o Henrique foi uma ótima aquisição, é um zagueiro que sempre gostei e fiquei feliz quando veio para o Fluminense. No meu time, ele é titular com certeza. Acredito que com o tempo subirá de produção.

5- O que acha que o clube pode fazer para arrecadar mais sócios torcedores?
Daniel Souza: Um clube como o Fluminense ter cerca de 30.000 sócios é lamentável. Quando se lança um produto, é necessário um estudo de mercado que analise detalhadamente como aquilo será difundido. É difícil palpitar de fora. Acho que já houve um avanço lançando planos com preços diferentes. Pode haver um direcionamento maior para sócios de outros estados. Existe um plano de R$ 18,00 com descontos em lojas que creio já ser acessível para a esmagadora maioria da torcida. O que pode fazer a diferença é um marketing realmente agressivo e que apele para o emocional, que realmente faça todos os segmentos de torcedores entenderem a importância da receita do sócio, sobretudo quando há times ganhando 2 ou 3 vezes mais que nós da TV. Contudo, admito entender pouco de marketing. Deixo pra quem sabe e torço para que o cenário mude.

6- Qual o maior problema do atual time do Fluminense?
Daniel Souza: No elenco eu vejo alguns problemas, mas uma carência em especial me salta aos olhos: volantes. É fundamental ter volantes que marquem bem, mas com bom passe e boa transição. Perdemos o Jean e não repusemos. Acredito muito no Douglas, mas Cícero não vem rendendo tão bem nessa função quanto ano passado, Edson é um enigma e Pierre é só marcação. Marlon Freitas se machucou. Confesso estar preocupado. Eu buscaria alguém dessa função antes do Brasileiro, caso contrário, vamos sofrer.

7- Concorda com a demissão do técnico Eduardo Baptista? Porque?
Daniel Souza: 7-Não concordo. Eu acredito no trabalho dele. Eduardo chegou num momento difícil e nos reorganizou para um fim de temporada digno, em que quase fomos à uma final. Nesse ano, eu concordo que poderíamos estar num estágio melhor, mas oscilações são parte do processo, além de tudo o time tem lidado com muitas contusões e suspensões. Da forma que eu vejo as coisas, não se organiza um time da noite pro dia. Estamos em fevereiro. Para mim, ele é muito bom, eu acredito que se a diretoria quiser mesmo bancá-lo, não irá se arrepender.

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O entrevistado desta semana é o jovem Ygor Pexialini. Estudante tricolor,  tem 18 anos, frequenta a torcida Young Flu e mora em Realengo. Confira abaixo:


 1- Qual técnico você vê como ideal para o Fluminense e por quê?
Ygor Pexialini: Levir Culpi. Pelo trabalho que fez no Galo, acho que foi subestimado. Enfrentou bem a estigma de pegar um time pronto e se virou bem. Fez o Atlético jogar um futebol bonito, de time grande, que não é. Seria um prazer vê-lo adiantando as linhas e impondo o jogo por aqui.

2- O que pensa na possibilidade do Fluminense jogar em Edson Passos no brasileiro?
Ygor Pexialini: Muito melhor do que Volta Redonda, que não abraçou o time como devia. Mais acessível pra grande parte da torcida, inclusive pra mim. Super apoio.

3-Quais jogadores acha que o Flu tem que dispensar e por quê?
Ygor Pexialini: Wellington Silva, Gum, Pierre e Magno Alves. Com certeza. Salários altos que não condizem com o que podem entregar a equipe. Além de prejudicar o time financeiramente, prejudicam também tecnicamente. Tiram espaço de jogadores que poderiam acrescentar mais ao time, como Jonathan, Ygor Nogueira, Douglas ou Pedro. Não sei o que ainda fazem no Laranjal.

4- Acha que o clube pode viabilizar a construção de um estádio ou ainda não é uma prioridade!?
Ygor Pexialini: Temos que ter os pés no chão. Ainda não é o momento, creio eu. Vemos as dificuldades atuais do clube em aliar a construção do CT com a construção de um bom time em razão financeira, imagina com um estádio? Hoje, é difícil. Daqui uns anos, quem sabe.

5- Porque acha que o Fluminense oscila tanto dentro de um mesmo campeonato? Acha que o time tem uma padrão de jogo "errado"?
Ygor Pexialini: Não acho que o padrão esteja errado, por que o time simplesmente não tem um. Eduardo é fraco, ganhamos jogos na individualidade. Além disso, tem a parte do vestiário que também pesa. Elenco é mimado, se irrita/abala com qualquer coisa. É bem complexo.

6- O que acha do modelo do futebol brasileiro de exportar seus jogadores? Acha que devemos valorizar mais o futebol nacional fornecendo quais suportes para os atletas permanecerem aqui?
Ygor Pexialini: É complicado se analisar isso por que não envolve só futebol. A fraca economia do Brasil quando comparada as outras metrópoles do futebol dificulta muita coisa. O ideal seria ter um celeiro de craques aqui, mas o clube acaba ficando refém de jogadores,  empresários e das dívidas que possui. É meio utópico pensar em segurar um Daniel, por exemplo, com um Barcelona interessado. Seria interessante se já não chegassem no profissional fatiados, assim, a vontade do jogador prevaleceria. Mas os clubes possuem um certo vício em Uram's ou Francis Melo's da vida. É complicado. 

7- O que o Fluminense tem a ganhar como clube ao "desafiar" a CBF para participar da primeira liga?
Ygor Pexialini: Independência. Chega de ficar nas mãos das federações. Os clubes merecem respeito.

Agradecemos por acompanharem a coluna de cada semana e todo o Flulink.
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