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» » » » » Os carrascos mais inusitados
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Este final de semana tem o maior clássico do mundo, o flaFLU, em Brasília, em partida válida pela Rubensliga pelo Cariocão. Um confronto dessa magnitude, que envolve dois dos maiores clubes do mundo, é claro, tem várias partidas memoráveis e grandes craques que se destacaram especialmente neste confronto. Mas, não é necessário para ser decisivo num flaFLU e fazer história. O FluLink Relembra de hoje traz os jogadores mais aleatórios que decidiram o duelo entre pai e filho a favor do papai.

FÁBIO BALA

O então jovem atacante tricolor, oriundo das categorias de base do clube, e com um nome, no mínimo, curioso, se destacou no ano de 2003. Artilheiro do campeonato carioca, levando o Fluminense ao vice campeonato carioca, Fábio Bala também costumava fazer gols em flaFLUs. Em duas goleadas do tricolor sobre o rubro negro em 2003, o atacante deixou sua marca: no primeiro, 3x0 em 11 minutos, e, no segundo, 4x0, ambos com um gol dele – os outros gols foram marcados, no 3x0, por Carlos Alberto e Ademílson, e, no 4x0, por Ademílson (2) e Alex Oliveira

Os gols do 3x0

Os gols do 4x0
                                                           

MARCELO MARIOLA

Pelo brasileiro de 2004, Flamengo e Fluminense se enfrentaram, no Maracanã. O time do mal até saiu na frente com um gol de Roger Guerreiro, mas Maicon empatou no começo do segundo tempo e, apenas quatro minutos depois, após escanteio cobrado por Roger, Marcelo apareceu sozinho na área para virar o placar e dar a vitória para o tricolor. Você pode conferir os gols dessa partida aqui



O atacante, também revelado pelo Fluminense, saiu do clube ainda em 2004, rumo a Coreia do Sul. Voltou ao Brasil e rodou por vários clubes, com passagem também pelo futebol mexicano e pelo futebol colombiano, porém, curiosamente, a equipe mais relevante por quem ele jogou foi justamente o Flamengo, em 2006.

SOMÁLIA

Aqui temos um ídolo subestimado, uma lenda do futebol tricolor. Vindo proveniente do São Caetano, Somália chegou ao Fluminense em 2007. Atacante desengonçado, trombador e, sobretudo, fazedor de gols, o “mito das dancinhas” foi importantíssimo no flaFLU válido pelo brasileiro de 2007, onde o Papai venceu o filho bastardo por 2x0. Logo no primeiro minuto de jogo, Somália, no melhor estilo Somália, de canela, abriu o placar. Coube a Thiago Neves, um notório comedor de urubu, fechar o placar.

Showmália e Thiago Neves deram a vitória ao tricolor

RODRIGUINHO

Contratado junto ao Santo André, por quem se destacou no campeonato paulista daquele ano, Rodriguinho era um comedor de urubu nato. Fez dois no empate em 3x3 pelo segundo turno do campeonato brasileiro de 2010, em que nos sagramos campeões e, na partida do primeiro turno, em que vencemos por 2x1, também deixou o dele (o outro foi marcado por aquele pipoqueiro vagabundo da camisa 11 e que não merece ser citado). O inegavelmente limitado atacante foi peça importante naquele time de Muricy Ramalho, jogando na vaga de Émerson Sheik, frequentemente no departamento médico.

Rodriguinho abriu o placar na vitória por 2x1 em 2010

Rodriguinho fez dois no empate por 3x3 também em 2010.


CHIQUINHO

Por último, e este mais recente, Chiquinho, que, por ironia do destino, hoje joga no rival, foi responsável por fechar o caixão rubro-negro na vitória por 2x0 no Brasileiro de 2014. Em um contra-ataque fulminante, ele recebeu pela esquerda e avançou em velocidade, batendo cruzado, sem chances para Felipe, selando o placar.

Chiquinho fechou o caixão rubro-negro

Vale deixar uma menção honrosa aqui para Tuta, sempre deixando sua marca em flaFLUs, e Maurício, volante reserva e que agora joga a Champions League pelo Zenit (o mundo dá voltas), que fez o dele em partida do carioca de 2008 e no famoso jogo do Créu, no Brasileiro do mesmo ano.

Maurício, o comedor de urubu, marcando Kleberson

Esses são os mais inusitados discípulos de Assis que eu lembrei. Faltou algum? Conte-me nos comentários. Por hoje, é isso. E que vençamos o flaFLU de amanhã, seja gol com do Fred ou de um Felipe Amorim da vida. O importante é vencer, afinal, ganhar flaFLU é normal. Saudações Tricolores!

Autor: Filipe Capuano

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