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» » » » » De quantos reforços o Fluminense precisa para o Brasileirão?
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Imagem: Nelson Perez / Fluminense FC


Em um mundo ideal, o Fluminense teria dois ótimos jogadores para cada posição e estaria com o elenco pronto para a disputa do Campeonato Brasileiro. Mas há de se ter plena noção de que esse sonho não passa de utopia. E alguns tricolores parecem ter dificuldades para entender: não torcemos para um clube milionário que contrata quem quiser. Sequer reúne condições para trazer um grande reforço no momento. É preciso guardar essas informações para não alimentar vãs esperanças. No entanto, Levir já mostrou que pode extrair o máximo do atual grupo de jogadores, com muito potencial para ser competitivo. 

Mas, afinal, qual é a resposta para a pergunta que entitula este post? Deve-se pensar em contratações pontuais - na base do "bom, bonito e barato" - para posições em que há extrema necessidade. Hoje, identifico três urgências: um lateral-esquerdo, um primeiro volante e um meia. Solucionadas as pendências, Levir precisará de paciência para desenvolver seu trabalho. Se na primeira sequência negativa no Brasileirão a torcida já pedir a cabeça do treinador e pressionar a diretoria em busca de um "fato novo", o Fluminense estará fadado a mais um ano como coadjuvante na principal competição nacional.

Apesar de os rivais do primeiro semestre, em sua maioria, terem sido as possantes equipes do Cariocão, o treinador mostrou um time compacto, com padrão de jogo e defesa bem guarnecida. As atuações no período invicto devem servir de parâmetro para o restante do ano. "Ora, bolas, mas se você acha que esses atletas já mostraram qualidade, por que contratar?", perguntariam alguns. Porque Brasileirão é elenco. O Fluminense, em 2014 e 2015, foi a prova viva dessa teoria. Nos dois anos, um time aplicado e voluntarioso foi capaz de se manter na parte de cima da tabela por um turno, mas não sobreviveu às oscilações coletivas e quedas de desempenho individuais e desceu a ladeira na reta de chegada.

As principais carências citadas pouco têm a ver com quantidade de nomes disponíveis dentro do elenco. Na lateral-esquerda, Giovanni e Ayrton são os reservas. Para substituir Pierre, há Edson e Marlon Freitas (já desisti do meu sonho de ver Douglas como primeiro homem de meio-campo). Após a saída de Gerson, a vaga poderia ser ocupada por Eduardo, Higor ou Danielzinho. No entanto, Giovanni e Edson já receberam inúmeras chances e pouco deram retorno. E os outros são atletas vindos da base em quem Levir já mostrou não confiar tanto assim.

O departamento de futebol precisará quebrar a cabeça para tapar esses buracos. É hora de Jorge Macedo trabalhar em conjunto com Levir Culpi e mostrar a que veio. Os profissionais de scout e analistas de desempenho certamente monitoraram potenciais reforços em equipes pequenas dos principais Estaduais do país. Esse é o tipo de contratação que a realidade atual do Fluminense permite. Os grandes investimentos da temporada já foram feitos nas compras de Henrique, Diego Souza e Richarlison. O ex-camisa 10, aliás, poderia ser a solução para um dos problemas, mas deixou Laranjeiras em condições que ninguém foi capaz de explicar. Clamamos por acertos da diretoria - sem loucuras típicas de período eleitoral - para comemorarmos um ano, de fato, positivo. É possível. 



Autor: Guilherme Bianchini

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